Na Era da Conexão, gerir e disseminar o conhecimento se faz necessário para que os colaboradores e stakeholders tenham acesso a real situação da empresa

O Aprendizado na Era da Conexão

Na Era da Conexão, gerir e disseminar o conhecimento se faz necessário para que os colaboradores e stakeholders tenham acesso a real situação da empresa

O Aprendizado na Era da Conexão

 

Sabemos que na Era da Conexão o mercado corporativo cada vez mais investe em Treinamento e Desenvolvimento que esteja conectado a cultura e valores organizacionais, modelados para atender a competitividade.

É necessário inovar sempre uma vez que a cada dia, são disponibilizadas novas tecnologias, novas formas de interação e de acesso às coisas. Acompanhar este mercado é antes de qualquer coisa manter a informação circulante dentro da organização como diferencial corporativo e também na retenção de seu capital humano.

Se fizer parte da cultura e visão da empresa, utilizar estrategicamente os recursos, investindo em conhecimento, demonstra o tanto que a organização está inserida com a Era da Conexão, em que o aprendizado contínuo se conecta na aplicação e disseminação do conhecimento.

O poder não está só nas mãos das pessoas com conhecimento, mas daqueles que aplicam e praticam, gerando resultados sustentáveis, duradouros.

Percebemos hoje que as pessoas atuam como criadoras de conteúdo, de idéias das próprias inovações, e se a empresa não usa esse comportamento como estratégia de negócio está fadada ao fracasso.

As organizações que possuem funcionários, com diferencial nos resultados, mas não multiplicam essa potencialidade, podem sofrer impactos na qualidade do serviço ou produto, nos resultados e na retenção de talentos.

Segundo o renomado autor Peter Senge, o aprendizado é uma vantagem competitiva.

“As organizações que aprendem são aquelas nas quais as pessoas aprimoram continuamente suas capacidades para criar o futuro que realmente gostariam de ver surgir”.

Partindo desse proposto de Senge, podemos identificar os desafios que todas as organizações enfrentam para promover e estimular aprendizagem que visam o desenvolvimento humano e organizacional, e que de fato gerem impacto positivo no negócio.

No contexto da Era da Conexão

Gerir e disseminar o conhecimento se faz necessário para que todos os colaboradores e stakeholders tenham acesso a real situação da empresa, onde trabalham, de quem compram, seus valores, suas culturas, sua missão e os produtos oferecidos, entre outros.

É a partir desse conhecimento que se formam as bases de sustentação do relacionamento com o público e proporciona melhorias na qualidade dos produtos e serviços. Nas

organizações isso está cada vez mais claro. Um exemplo é a explosão de Universidades Corporativas para manutenção do conhecimento e a criação de novos profissionais com comprometimento junto à empresa, aumentando consequentemente o acervo de conhecimento organizacional.

No cenário criativo e colaborativo

Todas as áreas de uma empresa são responsáveis pela gestão do conhecimento como um todo.

Porém é desafiador conseguir mobilizar os recursos e a liderança para facilitar e patrocinar o ambiente de aprendizado contínuo. Fatores como tempo, cenário econômico, orçamento e rotina de trabalho, exigem versatilidade nas soluções de aprendizagem.

É cada vez mais comum ouvirmos dos líderes o “fazer mais com menos”, trabalhar com austeridade. Como é possível promover o aprendizado sustentável com obstáculos?

Talvez a resposta esteja na utilização de diversos modelos, métodos e formatos, ou seja, na capacidade de inovar, de se atualizar, de perceber o cenário, e atuar com versatilidade.

Podemos aprender em vários lugares, ao mesmo tempo, junto e separados. Tudo isso combinando ferramentas de aprendizagem variadas, utilizando as facilidades da comunicação instantânea, integrando a aprendizagem pessoal com a grupal.

Além de tornarem o treinamento uma experiência agradável, as ferramentas adequadas possibilitam o alcance dos resultados esperados pela empresa.

Algumas alternativas cumprem esse papel como: apresentações visualmente agradáveis e estimulantes, Mapas de Aprendizagem e Facilitação Gráfica, Storytelling, Design Thinking, Jogos, Simulações, Vivências, Filmes e Músicas.

Além de conteúdos disponibilizados em materiais complementares como guias, folhetos, livretos, leituras de artigos e livros, apostilas e Mobile learning. Lembrando que cada necessidade de treinamento deve ser analisada para definir a solução ideal de aprendizado.

O aprendizado é um fenômeno que não pode ser limitado a um instrumento de transmissão de conhecimento, ou apenas a sala de aula.

As empresas que treinam bem hoje em dia são aquelas que utilizam de ferramentas que provoquem os estímulos necessários para engajar, envolver os participantes e que dão espaço para a mudança de comportamento, atitude e compartilhamento de informações.

Na Era da Conexão, sai na frente quem tem atitude, se posiciona, renova, inova e compartilha.

Pablo Pereira

Pablo Pereira

MBA em Gestão de Pessoas com ênfase em Desenvolvimento Organizacional. MBA Executivo em Gestão de Negócios e Marketing. Sócio fundador da UAI – Conexão & Aprendizagem. Consultor com mais de 15 anos de experiência em Comportamento Humano, focado em Treinamento e Desenvolvimento, Team Building e Gestão de Mudança. Especialização em Changer Management e Ferramentas de Aceleração de Aprendizagem em Nova York nos cursos: Creative Minds com Leon Tsao – IBM Digital Design Lab – New York – USA, Design Thinking for Understanding Clients & Communities com Kristina Drury – Centre for Social Innovation – New York – USA, Business Model Generation, The Canvas com Stephen Walton –Dumbo Lab – New York – USA, Inside The Art of Visual Storytelling – Marvel Entertainment. Professor de Pós Graduação para turmas de Gestão de Negócios / Recursos Humanos / Gestão Empresarial / Marketing.

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